segunda-feira, 20 de novembro de 2017

IHGM celebra 92 anos de fundação



Sócios reunidos em Assembleia  / acervo IHGM / s/d
São Luís – Hoje (20) à tarde, às 16 horas, o Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM) está comemorando 92 anos de fundação. Para celebrar a efeméride a direção do instituto estará realizando em sua sede uma Sessão Magna comemorativa.

O IHGM é uma das mais importantes e longevas instituições culturais do estado. Ao longo dessas mais de nove décadas, sempre assumiu um papel de destaque na sociedade maranhense, foi um precursor na defesa da preservação do patrimônio histórico da cidade e do estado, um verdadeiro guardião da história e geografia do Maranhão. Pelos seus quadros passaram os grandes nomes da pesquisa, do magistério e da intelectualidade maranhense.

 É considerado a primeira instituição de pesquisa do Maranhão e foi fundado no dia 20 de novembro de 1925 por iniciativa de Antônio Lopes, primeiro com a denominação Instituto de História e Geografia do Maranhão, que depois passou a chamar-se Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM), cujo primeiro presidente foi o Dr. Justo Jansen Ferreira. O objetivo era criar uma sociedade científica que coordenasse os estudos e pesquisas nas áreas de história, geografia, etnografia, etnologia e arqueologia do Maranhão.


A inauguração ocorreu em 2 de dezembro, em Sessão Magna, no salão da Câmara Municipal de São Luís, realizada em homenagem ao Centenário de nascimento de Dom Pedro II. Os fundadores eram um grupo de 11 intelectuais, dos mais renomados, estudiosos da história e geografia do Maranhão. Entre eles estavam: Antônio Lopes da Cunha, Justo Jansen Ferreira, José Ribeiro do Amaral, Domingos de Castro Perdigão, Wilson da Silva Soares, Benedito de Barros e Vasconcellos, Pe. Arias Cruz, Pe. José Ferreira Gomes, José Pedro Ribeiro e José Eduardo de Abranches Moura.





quinta-feira, 26 de outubro de 2017

IHGM escolhe livro para o Prêmio Pedro Calmon 2017




Joseh Carlos, Euges Lima e Antônio Guimarães
São Luís – Ontem (25) à noite, em Assembleia Geral do IHGM, foi escolhido pelos sócios o livro “Pregoeiros e Casarões”, 2015, de autoria do sócio Antônio Guimarães de Oliveira para concorrer ao Prêmio Pedro Calmon 2017, organizado pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), no Rio de Janeiro, instituição que foi fundada em 1838, pelo imperador D. Pedro II.

Best Seller Local

O livro é um verdadeiro registro iconográfico e mostra pregoeiros de São Luís, a exemplo de vendedores de frutas, caranguejos; vendedores, camelôs, políticos, também fatos históricos como eleições, greves; prédios, sobrados, estádios, um apanhado de tudo que foi relevante para a história de São Luís. A obra foi lançada na Feira do Livro de São Luís 2015 e de lá para cá já vendeu mais de 3.600 exemplares, tornando-se um verdadeiro Best Seller local.

A direção do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão tem até o dia 15 de dezembro para encaminhar três exemplares da obra escolhida para o IHGB, onde serão apreciados por uma comissão julgadora. O prêmio é realizado de três em três anos e em 2014, a indicação do IHGM, recebeu menção honrosa, conforme relação abaixo:

Tratos e Mofatras: o grupo mercantil do Recife colonial (c.1654-c.1759)
George F. Cabral de Souza

Indicação: Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano

Menções Honrosas:

1 - Aleixo Garcia – o Homem e o Mito
Paulo Pitaluga Costa e Silva
Indicação: Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso

2 - História dos antigos domínios nos ervais do Paraguai
Paulo Cezar Vargas Freire
Indicação: Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul

3 - 1612 – Os Papagaios Amarelos na Ilha do Maranhão e a Fundação de São Luís
Ana Luiza Almeida Ferro
Indicação: Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão

4 - Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo – 10 anos de memória paulista – 2002-2012
Nelly Martins Ferreira Candeias
Indicação: Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo

Pedro Calmon Moniz de Bittencourt

Nasceu em Amargosa, Bahia, “a cidade mais doce do Brasil”, em 23 de dezembro de 1902, e faleceu no Rio de Janeiro, em 17 de junho de 1985. Filho de Pedro Calmon Freire de Bittencourt e Maria Romana Moniz de Aragão Calmon de Bittencourt.

Fez os estudos primários no Colégio de D. Maria Luiza de Souza Alves e os secundários no Colégio Antônio Vieira e no Ginásio da Bahia (ambos em Salvador). Iniciou o curso jurídico na Faculdade da Bahia, concluindo-o na do Rio de Janeiro, que foi da Universidade do Brasil, hoje UFRJ. Ainda estudante, aos 20 anos, publicou seu primeiro livro, de contos, Pedras d’Armas, SP, Ed. Monteiro Lobato. Aos 24, praticava a imprensa, colaborando na Gazeta de Notícias (RJ) e em O Imparcial e A Tarde (BA). Secretário de seu tio Miguel Calmon, ministro da Agricultura no governo de Arthur Bernardes, prestou concurso para conservador do Museu Histórico Nacional, sendo aprovado e nomeado. Em 1926, obteve o grau de doutor em Direito, defendendo tese sobre O Direito de Propriedade. Deputado estadual na Bahia, foi autor da primeira lei de proteção ao patrimônio histórico. Foi, ainda, deputado federal pela Bahia e candidato, contra Antônio Balbino, ao governo de seu Estado, quando obteve grande votação, embora não se elegesse.

Em 22 de agosto de 1931, ingressou no IHGB como sócio efetivo, depois de várias participações, entre elas uma conferência, de larga ressonância, em comemoração do terceiro centenário da vitória, na Bahia, sobre os holandeses. No Museu Histórico, criou e ocupou a cadeira de História da Civilização Brasileira e dedicou-se, desde então, ao magistério e à pesquisa histórica, produzindo livros como O Rei do Brasil, O Rei Cavalheiro e O Rei Filósofo, biografias de D. João VI, D. Pedro I e D. Pedro II, além dos 3 volumes pioneiros da Histórica Social do Brasil. Em 1936, esse grande orador, já considerado um dos melhores historiadores do Brasil, foi eleito para a cadeira 16 da ABL. Por concurso, obteve a cátedra de Direito Público da Faculdade de Direito onde estudara e da qual seria diretor por longos anos (1938/48). Neste último ano, foi nomeado reitor da Universidade do Brasil, realmente Magnífico, cargo que, desempenharia, com raro brilhantismo, numa das épocas mais difíceis da história do Brasil (até 1966). Durante cerca de dois anos, esteve licenciado da reitoria para ocupar o Ministério da Educação (1950/51). Foi, ainda, professor catedrático de Direito Constitucional da PUC/RJ e de História Moderna e Contemporânea da Faculdade de Filosofia Santa Úrsula.

Em 1955, com a tese O Segredo da Minas de Prata, venceu o concurso para cátedra de História do Colégio Pedro II. No IHGB, passa a sócio benemérito em 9 de julho de 1943 e a grande-benemérito em 16 de maio de 1958. Foi orador oficial de 1939 a 1968 e, finalmente, presidente, grande presidente, de 1968 a 1985.

De sua vastíssima bibliografia, constante de obras literárias, jurídicas e predominantemente históricas, fazem parte os livros: Pedra d’Armas – A Bala de Ouro – Brasil e América – Brasília, Catedral do Brasil – Castro Alves: o homem e a obra – Compêndio de História da Literatura Brasileira – A Conquista – O Crime de Antônio Vieira – História Social do Brasil, 3 vols. – O Estado e o Direito nos Lusíadas – Franklin Dória, barão de Loreto – Gomes Carneiro, o General da República – História da Bahia – História da Casa da Torre – História da Civilização Brasileira – os já referidos O Rei do Brasil, O Rei Cavalheiro e O Rei Filósofo – História da Faculdade Nacional de Direito – História da Fundação Nacional de Direito – História da Fundação da Bahia – História da Independência do Brasil – História de Literatura Baiana – História das Ideias Políticas – Histórias de Castro Alves – História de Pedro II (5 vols.) – História Diplomática do Brasil – História do Brasil na poesia do povo – Os presidentes da República – História do Ministério da Justiça, 1º vol. – José de Anchieta, o Santo do Brasil – Malês, a Insurreição das Senzalas – O Marques de Abrantes – O Palácio da Praia Vermelha – Para Conhecer Melhor Castro Alves – Pequena História da Civilização Brasileira – A Princesa Isabel, a Redentora – Vida de Castro Alves – Vida e Amores de Castro Alves – Curso de Direito Constitucional Brasileiro – Brasil (com Jaime Cortesão, para a “História de América” dirigida por A. Ballestero Beretta) – História do Brasil (Enciclopédica Delta – Larousse – Curso de Teoria Geral do Estado – Miguel Calmon, uma vida – A Vida Espantosa de Gregório de Matos, RJ/Brasília, S.O./INL, 1983 – História do Brasil, RJ, J.O., 7 vol. (Fonte: IHGB).

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Comissão da OAB se reúne para organizar as Comemorações do Centenário da Faculdade de Direito do Maranhão



São Luís – No último dia 9 (segunda), às 15 horas no Plenário da OAB/MA, ocorreu a primeira reunião da Comissão da OAB, criada por meio da Resolução de N.º 007/2017, do dia 24 de agosto de 2017, que tem como objetivo organizar e realizar as Comemorações do Centenário da Faculdade de Direito do Maranhão que será em 2018.

A Comissão é composta pelo presidente da OAB, Dr. Thiago Diaz, coordenador da Comissão; Antônio Oneildo Ferreira (Cons. Federal da OAB); João Batista Ericeira (ESA); Sálvio Dino (AML); Raimundo Marques (AMLJ); Sérgio Tamer (CECGP); Lucyléa França (UFMA); Gustavo Pereira, Reitor da UEMA; Dimas Salustiano(UNISULMA); Jhonatan Almada, reitor do IEMA; Euges Lima, presidente do IHGM; Raimundo Palhano (EFG) e Rossini Correa(Centro Inácio Rangel).

Durante a reunião, que foi coordenada pelo Dr. João Batista Ericeira (OAB), foi apresentado pelos representantes da OAB/MA e UFMA (Dra. Lucyléa França), as sugestões e projetos para programação do Centenário que foram discutidas e acrescidas de sugestões pelos membros representantes das demais instituições presentes.

Foi deliberado que a OAB e a UFMA, manterão suas programações especificas e coerentes com suas dinâmicas próprias, porém, haverá pontos de convergências e o estabelecimento de uma sólida parceria em todos os eventos. Entre os itens das comemorações, estão previstos, entre outros, um selo comemorativo emitido pelos correios, seminários, encontros, publicações de livros, criação de medalhas etc. A próxima reunião está marcada para o próximo dia 13 de novembro.

História

Antes do surgimento da Faculdade de Direito do Maranhão, quem desejasse tornar-se bacharel em Direito, teria que sair do estado, geralmente tendo que ir para Recife ou São Paulo, portanto, a Faculdade, surge também, com a finalidade de suprir essa lacuna na formação jurídica em nível superior no Estado.

Foi a primeira Faculdade do Estado do Maranhão, criada no dia 28 de abril de 1918, nascendo de um sonho de um grupo de intelectuais que marcaram a vida jurídica, mas principalmente, cultural do Maranhão, que além da formação jurídica, exerciam outras atividades e possuíam múltiplos talentos, característicos de uma formação humanística, típica dos intelectuais daquele tempo e daquela geração. Eles atuavam também no campo das letras, do jornalismo e do magistério.

Tendo como um dos principais idealizadores e grande entusiasta da criação da Faculdade, Domingos de Castro Perdigão, além de outros fundadores como Antônio Lopes, Godofredo Viana, Fran Paxeco, Alfredo de Assis, entre outros.

O primeiro diretor foi o Dr. José Viana Vaz. Nas suas origens, a Faculdade de Direito surgiu como uma associação privada, sem a chancela do poder público, vivendo somente da contribuição dos seus fundadores e mensalidades dos primeiros alunos matriculados.



quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Ex-presidente do IHGM faz discurso na entrega do diploma de sócio correspondente a Mhario Lincoln




Senhor Presidente do IHGM, Prof. Euges Lima,
Diletos confrades
Meus Senhores e minhas Senhoras


Hoje, este Sodalício está se reunindo para entregar a Mhario Lincoln Felix Santos o título de Sócio Correspondente do IHGM. Mhario era sócio efetivo desta Casa onde ocupava a cadeira n° 14.  Ante mudança de residência e domicilio, vez que passou a residir em Curitiba-PR, por força estatutária, foi transferido para Sócio Correspondente. Por essa nova situação privou-nos de sua prazerosa convivência e passamos a vê-lo virtualmente através da “Revista Poética Brasileira” cujos textos ali insertos engrandecem o seu trabalho de coordenação, edição e, consequentemente, sua divulgação, para ser conhecido no mundo inteiro.
            Mhario Lincoln já era sócio correspondente, faltava-lhe, contudo, a entrega do diploma. Foi então que o Presidente Euges Lima, por quem nutro profunda admiração e respeito, corrigiu a falha existente e, valendo-se da oportunidade de sua chegada a São Luís, entrega-lhe o título.

            Fico a imaginar Mhario, que sempre falou bem do IHGM, e tenho a certeza que doravante mais do que nunca, dará ênfase a este Sodalício na sua página da Revista Poética Brasileira da qual é editor sênior, e cuja divulgação pela internet visita estudiosos no Brasil e no exterior. Como sócio correspondente, você, meu amigo, tenho a certeza, irá contribuir para o engrandecimento das letras maranhenses elevando o nome deste Sodalício cada vez mais alto, fazendo jus ao título que agora lhe é entregue de fato e de direito.

            Mhario sempre foi um estudioso do Direito, do Jornalismo, das letras e das artes, e das ciências afins.

            No campo do Direito seus trabalhos sobre “Prática do Inquérito Administrativo” e “Comentários sobre Acumulação de Cargos e Funções Públicas” são livros que o levaram a ser autor seguido tamanha foi a sua preocupação com o servidor público, muitas vezes tão injustiçado.

            Como historiador, doou-nos um trabalho de inestimável valor que leva o título de “Hyundai – A última viagem”, livro que foi além de nossas fronteiras ganhando tradução em língua estrangeira.

            Na literatura publicou, entre outras obras de grande valor, “INA, a Violação do Sagrado”, de inigualável aceitação pela crítica, pelo seu valor literário indescritível, e “República do Texto”, edição comemorativa dos 100 mil acessos do Portal Mhario Lincoln do Brasil. Publicado em 2006, o livro teve em Mhario o Coordenador, e nos revela que   foi “publicado com alma e suor”. Consta no trabalho deste Editor-Chefe texto de vários autores maranhenses. Conclui o Editor-Chefe o livro, acrescentando: “se 100 mil já leram, por que não você? ”

            É de sua lavra também “Segredos Poéticos”, livro para ler e compartilhar. Diz ele na Galeria do Livro que “escreveu para meninos” jovens e pais, e acrescenta ainda “que não escreveu senão para pessoas fortes”, transmitindo ele mesmo uma “fortaleza espiritual, moral e intelectual. ”

            Guardo comigo um texto muito precioso onde o autor nos fala da habilidade de lidar com a vida, que tudo depende da habilidade de sabermos lidar com nossa própria vida. “O resultado nos levará a ser Rei ou Bobo da Corte”. Assim, tem ele sido habilidoso na condução de sua vida. Deus o reservou para ter um reinado de cultura, transmitindo aos seus leitores, com o apaixonado coração de um escritor que “corações apaixonados logo descobrem que a menor distância entre dois pontos não é uma reta, mas o coração”.

            Como jornalista tem Mhario se revelado como militante na imprensa escrita e virtual, de um extraordinário poder de comunicação acompanhando a evolução social do homem, o que o transforma em um antropólogo muito estudioso.

            Foi este o intelectual que em 1994, subiu as escadarias desse prédio, para ocupar a cadeira número 14, onde desfrutamos muitos anos do seu convívio amigo e sincero.

            Diz ele para mim, que privo de sua amizade, que continua a se prevenir sempre dos que suspeita serem falsos amigos, não permitindo que estes se aproximem muito do seu convívio para que continuem “sentindo que pareça ter uma coroa de espinhos que os afasta com medo de serem espetados” e conserva sempre os amigos em quem pode confiar que lhe dão amizade e segurança.

            Da sua posse como sócio efetivo do IHGM, lembro-me bem, chovia copiosamente nesta Cidade. Relâmpagos cortavam no céu o tule negro da noite e trovões anunciavam que um novo imortal tomava assento nesta Casa de Cultura.
            As chuvas que caíam estavam a regar a cultura maranhense, dando-nos a certeza de que essa árvore, do companheirismo e da amizade estavam presentes e que produziria excelentes e saborosos frutos.

            Ensina-nos a Bíblia Sagrada, Mhario Lincoln, Sr. Presidente Euges, caros confrades, meu senhores, minhas senhoras, no Livro dos Salmos de Davi, no capítulo 37, versículo 3: “Confia no Senhor e faze o bem” e no versículo 5 complementa: “Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele e ele tudo fará”, e em Juízes capítulo 1, versículo 3, nos deixa um convite : disse Judá a seu irmão  Simeão:” vem comigo à terra que me foi designada”.

            Mhario tem dado um exemplo de vida digno de ser imitado.  Homem que confia em Deus e vive sempre a fazer o bem, onde a vaidade e a inveja nunca as conheceu. Homem que tem sempre entregue seu caminho ao Senhor. Por tudo isso é um homem feliz. Sempre entregou os seus caminhos ao Senhor com a certeza de que ele tudo faria em sua vida, como de fato tem feito.

            Agora sou eu quem te convido, a semelhança do convite feito por Judá a seu irmão Simeão: meu irmão, vem comigo à terra retratada nesta Casa de Cultura, onde têm assento os mais expressivos nomes da cultura maranhense. Serás mais feliz ainda, pois conviver com esta plêiade de intelectuais nos enriquece cada dia mais.

            Parabéns Mhario Lincoln.

São Luis-MA,06 de setembro de 2017.


Edomir Martins de Oliveira
(sócio honorário e ex-presidente do IHGM)